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Política Segunda-feira, 29 de Novembro de 2021, 15:31 - A | A

Segunda-feira, 29 de Novembro de 2021, 15h:31 - A | A

MOMENTO DE CAUTELA

Em Cuiabá, presidente do Senado dá sinais de que será contra o Carnaval

Jefferson Oliveira

Repórter | Estadão Mato Grosso

Em visita a Cuiabá no último sábado (27), o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deu sinais de que se posicionará contrariamente à realização do Carnaval 2022. Ele ponderou que a pandemia de covid-19, embora tenha recuado em território nacional, ainda não acabou e que o momento é de cautela, priorizando resguardar vidas. Pacheco citou o surgimento de uma quarta onda da doença na Europa, que tem visto o número de casos aumentar nas últimas semanas.

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As observações também se referem às festividades de fim de ano, que devem movimentar o país e aumentar a quantidade de pessoas em tráfego para se reunir com a família. Assim como no ano passado, a data preocupa os órgãos de saúde pelo risco de potencializar o contágio pelo novo coronavírus.

“Nós temos uma prioridade maior neste momento, que é salvar vidas, preservar a saúde das pessoas e na iminência, mínima que seja, de uma quarta onda da doença, que não se sabe exatamente a gravidade e o tamanho, eu acho que toda precaução é bem-vinda, toda cautela é bem-vinda”, declarou o senador.

O senador, entretanto, evitou dar uma declaração direta acerca de ser ou não favorável às festividades. Ele preferiu "sair pela tangente", explicando que dará todo o apoio para debates relacionados ao tema, todos com embasamento técnico-científico.

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“O titulo é até “Carnaval: estamos preparados para isso?”, então, eu acho que essa é uma reflexão que nós temos que ter e se a decisão for de não ter, com base obviamente em critérios científicos, numa base que seja fundamentada, eu acho que toda a sociedade brasileira precisa apoiar porque nós temos que ter o foco de salvar vidas no país que já perdeu mais de 600 mil irmãos brasileiros e brasileiras, tem a obrigação de ter essa responsabilidade de ter essa reflexão, de não ter nesse momento um juízo de egoísmo em relação à necessidade de ter ou não festas”, acrescentou o senador.

Em Mato Grosso, tanto o governador Mauro Mendes (DEM) quanto o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, ainda não se decidiram sobre o posicionamento do Estado em relação as festividades de ano novo e carnaval.

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