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Brasil Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2024, 08:44 - A | A

Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2024, 08h:44 - A | A

IMAGENS ANGUSTIANTES

Vídeo: Criança de 7 anos é atropelada enquanto brincava em rua sem saída

g1

A pequena de Brenda Lopes, de 7 anos, que foi atropelada e arrastada por alguns metros por um carro disse que percebeu a aproximação do veículo, mas não teve tempo de se levantar.

O atropelamento ocorreu no dia 22 de dezembro no bairro 25 de Agosto, em Cruzeiro do Sul, interior do Acre, e foi registrado por câmeras de segurança de uma residência. As imagens, impressionantes, viralizaram nas redes sociais e deixou muito gente sem acreditar no que viu.

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A menina brincava com uma amiguinha em uma rua sem saída e pouco movimentada. Brenda deitou no meio da rua e o veículo dirigido por uma vizinha acabou passando por cima dela.

Apesar do susto, a menina sofreu apenas algumas escoriações nos joelhos e braços e está bem. Se recuperando dos ferimentos, Brenda contou ao g1 que, após conseguir sair debaixo do carro, foi para casa contar para a mãe que tinha sido atropelada.

Em conversa com a reportagem do g1 nesta terça-feira (9), com a autorização e a presença da mãe, Brenda disse que viu o carro se aproximando, mas não teve tempo de levantar e sair da rua. "Não deu tempo de levantar. Quando cheguei em casa falei que uma mulher tinha me atropelado. Não chorei. Não imaginava que vinha carro", resumiu.

Assim como outras crianças, Brenda tem costume de brincar na rua com os amiguinhos. Durante a breve conversa, a menina disse que ainda 'levou dois pontinhos' no joelho, mas que não sentiu medo. Ela contou também que não ficou com receio de voltar a brincar na rua.

Brenda ainda fez uma revelação. "A moça [motorista] não me pediu desculpas. Machuquei o braço, meu joelho", disse.

Sustos

Jaiane estava em casa quando viu a filha chegando com os joelhos ralados e sangrando. Mãe de duas meninas, a autônoma teve ajuda de outros vizinhos para entender o que tinha acontecido e ficou apavorada.

"A gente fica sem saber o que fazer. Me chamaram, avisaram e quando eu ia saindo ela vinha chegando com o joelho machucado. Fiquei apavorada", relembrou.

A mãe explicou que as crianças da rua sempre se reúnem no final da tarde para brincar e que há pouco movimento, além da rua ser sem saída. A motorista mora na mesma rua, parou no momento do acidente, acionou o socorro e prestou assistência.

"Ela pensou que tinha passado por cima de um tronco, de uma árvore, um galho. Algo assim", falou a mãe.
A reportagem não conseguiu contato com a motorista.

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