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Política Sábado, 06 de Janeiro de 2024, 08:11 - A | A

Sábado, 06 de Janeiro de 2024, 08h:11 - A | A

SAÚDE DE CUIABÁ

Emanuel não tem moral para falar da Saúde, dispara Fabio Garcia

Chefe da Casa Civil diz que Intervenção cumpriu seu papel e cobra responsabilidade do prefeito

Da Redação

Redação | Estadão Mato Grosso

O chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Fabio Garcia (União), afirmou que o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), não tem moral para criticar os trabalhos do Gabinete de Intervenção, finalizados no dia 31 de dezembro. Ele lembrou que o caos vivido pelo cidadão cuiabano, que culminou com a decretação por parte da Justiça da intervenção na Secretaria Municipal de Saúde (SMS), se deu justamente pela ineficiência do emedebista, além das suspeitas de desvio de dinheiro público envolvendo a pasta.

“Ele não tem moral para falar sobre a gestão da Saúde. Foi ele o principal responsável pelo caos instalado. Foram 15 operações policiais para apurar irregularidades e corrupção na Saúde de Cuiabá. Quem rouba dinheiro público não cuida da Saúde, desmantela ela e foi isso o que aconteceu. Espero que esses casos de corrupção não se repitam”, destacou o secretário.

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Fabio pontuou que o Gabinete de Intervenção cumpriu sua missão, conforme a determinação do Poder Judiciário. Há médicos em todas as unidades básicas de saúde, as farmácias das unidades foram abastecidas e com estoque para um mês e hoje há R$ 70 milhões a mais no teto financeiro de média e alta complexidade (MAC).

“A intervenção cumpriu seu papel. O que o Poder Judiciário determinou, foi feito, algo que foi reconhecido por todos os órgãos de controle. O gabinete cumpriu a missão de tirar a Saúde do caos que se encontrava e voltar à normalidade. Agora é responsabilidade do prefeito tocar a Saúde de Cuiabá”.

Ele lembrou também que o fim do trabalho do Gabinete de Intervenção gerou o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto aos órgãos de controle, que visa assegurar o atendimento da população que busca as unidades de Saúde. Fabio destacou que espera que Emanuel cumpra o que determina o TAC. “Se ele descumprir, terá que prestar contas”.

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