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Política Segunda-feira, 25 de Outubro de 2021, 16:06 - A | A

Segunda-feira, 25 de Outubro de 2021, 16h:06 - A | A

AFASTAMENTO DE EMANUEL

Bustamante nega uso político da Sesp e Júlio diz que afastamento é exagerado

Jefferson Oliveira

Repórter | Estadão Mato Grosso

Felipe Leonel

Repórter | Estadão Mato Grosso

O secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, e o ex-governador Júlio Campos (DEM) comentaram na manhã desta segunda-feira (25), sobre a situação do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que está afastado do cargo desde o último dia 19 de outubro.

Bustamante saiu em defesa da isonomia da pasta e disse que não há interferência política na Sesp. Ele alega que, independente de quem seja o alvo, a polícia vai trabalhar para que as investigações aconteçam.

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“Desde a gestão passada até hoje, a pasta de Segurança Pública que se envolve com política tem problema. Enquanto eu estiver na pasta de Segurança Pública a pasta vai ser tratada tecnicamente como tem sido tratada”, falou.

O secretário ainda disse que independente da influência do governador Mauro Mendes (DEM) não acredita que ele possa ter autoridade dentro do Ministério Público Federal, Polícia Federal, Justiça Federal e na Justiça de Mato Grosso e Ministério Público de Mato Grosso (MP-MT).

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A fala foi referente a uma acusação do prefeito Emanuel, que chegou a protocolar uma denúncia contra a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), afirmando que ela é utilizada de forma política para investigá-lo, enquanto contra o governo do Estado há diversas denúncias que não evoluem para virar operação.

Já Júlio Campos disse lamentar o fato de o prefeito ter sido afastado judicialmente e que a Justiça deveria ter estudado melhor a situação. Em sua avaliação, Emanuel não cometeu crime de improbidade.

“Qualquer afastamento de quem é votado, que tem voto, foi eleito pelo povo, tem que ser mais estudado, organizado. Achei que foi precipitada e muito duro [o afastamento] pelo fato de contratação. Nada de improbidade administrativa, financeira e acho que houve uma certa precipitação, não só do Ministério Público como do próprio Poder Judiciário. Foi muita tinta na caneta”, argumentou Campos.

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