O governador Mauro Mendes (União) reafirmou, nesta terça-feira, 2 de dezembro, que o veto ao reajuste salarial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) foi tomado com base no parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e na necessidade de manter o equilíbrio fiscal. Segundo ele, não há oposição ao mérito do aumento, mas sim às consequências financeiras de conceder reajustes apenas a um poder.
“Eu não sou contra o reajuste. Mas, se for dar para um, tem que dar para todo mundo. E eu acho que não pode dar para todo mundo, porque a conta para o cidadão e para a sociedade vai ser muito grande”, afirmou.
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Mauro explicou que o projeto chegou ao Palácio Paiaguás apenas na tarde de segunda-feira (1º) e que o veto foi embasado na análise técnica da PGE, que apontou riscos orçamentários. “Eu li o parecer, achei bem sensato e segui”, declarou.
Questionado sobre articulação política para manter o veto na Assembleia Legislativa, o governador negou que haja mobilização específica do Executivo. De acordo com ele, a decisão agora cabe aos deputados estaduais, que terão de avaliar o impacto financeiro do reajuste.
“Não tem trabalho nenhum. Tem a consciência dos deputados. O assunto está bem explanado, está bem mostrado”, disse. “Se for dar para um, tem que dar para todo mundo. Vai faltar dinheiro o ano que vem se fizer isso”, concluiu.
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