O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), disse na noite desta quinta-feira (11), que o campo da direita precisa priorizar a discussão de ideias e soluções para os problemas do país antes de definir um nome para a disputa da Presidência da República. A fala do governador é em relação a escolha do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de lançar o filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL), como pré-candidato.
Segundo Mendes, a definição de nomes deveria ser feita após um debate mais amplo sobre os desafios enfrentados pelo Brasil. Ele citou outros possíveis presidenciáveis da direita, como Ronaldo Caiado (União), Ratinho Jr. (PSD) e Romeu Zema (Novo), e afirmou que novos nomes ainda podem surgir até as eleições de 2026.
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“Eu acho que o campo da direita aqui no Brasil, precisa discutir algum desses nomes, mas, muito mais do que nomes, precisamos discutir os problemas reais do Brasil. Porque um nome sozinho, não existe salvador da pátria. Se alguém quer fazer política séria nesse país, tem que discutir os problemas e as soluções. Esse é o grande debate que deveria ser conduzido pelos partidos políticos de lideranças”, disse.
O governador também afirmou que não vê problemas no fato de vários pré-candidatos da direita entrarem na disputa. Para ele, o cenário tende a se ajustar com o avanço do calendário eleitoral.
“É um momento de todo mundo [se lançar], quem quer se lançar, se lance, não tem problema. Vamos ao debate de nomes, de ideias, de projetos e, lá na frente, os partidos e as coligações que eventualmente forem feitas, vão escolher e vai afunilando”, afirmou.
“Quero saber se essas pessoas e tantos outros que podem aparecer, estão preparados para enfrentar o problema da dívida do Governo Federal, que é monstruosa, da violência que cresce, do déficit da Previdência, que aumenta a cada dia, de tantos problemas reais que afligem o cidadão brasileiro, além da incapacidade do Governo de fazer investimento", comentou.
O governador reforçou a necessidade de discutir caminhos para reverter o cenário econômico atual. “Então é isso que nós precisamos discutir, como tirar o Brasil desse caminho que antes nós estávamos caminhando e hoje nós estamos correndo para um precipício fiscal", diz.











