A primeira-dama de Cuiabá Márcia Pinheiro (PV) avaliou como positiva sua campanha ao governo do estado, na eleição deste ano. Pela primeira vez que disputou um cargo eletivo, Márcia destacou que o processo eleitoral serviu como aprendizado e lamentou ter sofrido “violência política” no final de sua campanha, ao ter suas inserções propagandistas cortadas.
Márcia recebeu 267.172 votos, representando 16,41% do total, ficando em segundo lugar.
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“Foram apenas 35 dias de campanha, infelizmente, no final eu fui violentada politicamente. Lógico que a decisão da Justiça a gente respeita, tem que acatar, mas óbvio que fui violentada politicamente porque cortaram todas as minhas inserções, fiquei com um e pouco minutos no último programa, quer dizer poderia ter aplicado uma multa, não, foi tirado todos os meus programas do ar, fiquei bastante chateada com isso, mas o processo é assim, vamos pra frente”, disse em entrevista à imprensa na última terça-feira, 11 de outubro.
A Justiça Eleitoral decidiu pela suspensão de novas inserções de Márcia, até o final do calendário de veiculação da propaganda eleitoral gratuita das eleições, após a candidatura não cumprir outras determinações em que impedia de veicular nos spots acusações contra o seu adversário na eleição, o candidato à reeleição Mauro Mendes (União).
Com o fim do processo eleitoral, Márcia disse que seu foco até o dia 30 de outubro será angariar votos para o candidato a presidente, Lula (PT), no segundo turno do pleito.
"Eu sai com uma grande experiência disso tudo. Quero agradecer todos os votos que eu tive, inclusive, eu fui bem votada em Cuiabá. Vamos continuar adiante, firmes, com propósitos, continuar defendendo as mulheres, mas o foco agora é na campanha do presidente Lula em Mato Grosso para que a gente faça o melhor”, destacou.
Sobre a possibilidade de participar de uma nova eleição, Márcia disse que ainda não pensou no assunto, mas prefere atuar nos bastidores.
“Não conversamos nada sobre isso, posso contribuir mais ajudando do que sendo [candidata], então não tem nada nesse sentido, nosso foco até o dia 30 é a eleição do Lula”, disse.















