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Política Terça-feira, 25 de Novembro de 2025, 09:43 - A | A

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Jayme: "Barões do agro não irão escolher o próximo governador de MT num churrasco"

Da Redação

Redação | Estadão Mato Grosso

O senador Jayme Campos (União Brasil) criticou as recentes pesquisas onde aparece em terceiro lugar. Para ele, os números apresentados não passam de “fabricação” encomendada por grupos econômicos ligados ao agronegócio.

Segundo o senador, “não será meia-dúzia de gerentes e barões do agro que irão escolher o próximo governador num churrasco dentro de casa”. Jayme afirma que há levantamentos supostamente feitos “no terreno do próprio candidato que aparece na frente”.

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“A fabricação de pesquisa está sem limite. Tem pesquisa feita dentro da casa do possível candidato, no terreno, no churrasco. A partir de janeiro a regra muda e isso vai melhorar", diz Jayme. 

“Pesquisa agora é só fotografia. A eleição é em outubro de 2026. Eu nem lancei minha candidatura oficialmente. Pivetta, Wellington e Natasha lançaram; eu estou focado no meu mandato e na liberação de recursos para Mato Grosso.”

O senador ainda classificou seus potenciais adversários como apressados. Segundo ele, alguns “nem sabem se serão candidatos”.

“Tem gente precipitada, tomando decisão açodada. Eu tenho minha história e meu trabalho. Minha construção é com o povo e com articulação política séria. O ambiente é favorável.” Ele também frisou que, no PL, somente o presidente regional da sigla, Ananias Filho, fala oficialmente. Já sobre a majoritária, Jayme diz falar apenas por si próprio.

Apesar de ser governador pelo União Brasil, Mauro Mendes já declarou apoio a Pivetta, o que Jayme evita rebater diretamente. “Sobre PL, quem fala é o Ananias. Eu não falo pelo União Brasil, falo pelo senador Jayme Campos. O partido terá que se reunir para uma decisão concreta, ainda mais agora com a federalização entre PP e União Brasil.”

Jayme concluiu com uma crítica direta aos articuladores da campanha adversária, em referência à ideia de que grupos econômicos tentariam impor um nome ao governo estadual.

“Não farei plano de governo no ar-condicionado com dois ou três técnicos. Não será um plano feito por meia-dúzia que se acha dona do Mato Grosso, como se isso aqui fosse uma S.A. com cinco sócios escolhendo o gerente do Estado.”

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