Durante o retorno à Câmara de Cuiabá, nesta terça-feira, 7 de abril, o vereador Chico 2000 (PL) afirmou que está tranquilo diante da acusação de um suposto desvio milionário de emendas parlamentares destinadas a associações e empresários para a realização de corridas de rua na Capital.
Chico estava afastado desde janeiro, quando foi alvo da Operação Gorjeta, deflagrada pela Polícia Civil.
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“Meus advogados estão trabalhando, estou sempre tranquilo”, disse.
Ainda à imprensa, o vereador destacou a expectativa pelo retorno aos trabalhos, afirmando que a Casa de Leis faz parte de sua trajetória. “Estou aqui há 20 anos”, concluiu.
Questionado sobre uma possível articulação visando a presidência da Câmara, Chico negou que entrará na disputa.
Operação Gorjeta
A operação foi deflagrada no dia 27 de janeiro e apura o suposto desvio de emendas municipais por meio de um esquema envolvendo empresas para a realização de corridas de rua.
Segundo as investigações, essas empresas receberiam valores de projetos executados e devolveriam parte do montante ao parlamentar responsável pelos repasses.
Além de Chico, foram alvos Rubens Vuolo, o empresário João Chiroli, sua esposa Magali Gauna Felismino Chiroli, o Instituto Brasil Central (Ibrace) e as empresas Sem Limite Esportes e Eventos (Chiroli Esportes) e Chiroli Uniformes.
A investigação apontou que João Chiroli recebeu R$ 1,2 milhão do Ibrace, entidade privada sem fins lucrativos, e posteriormente pulverizou o valor em saques em dinheiro vivo. Parte dos recursos teria sido devolvida a Alex Jony Silva, então presidente do instituto, e ao vereador.
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