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Política Terça-feira, 19 de Outubro de 2021, 16:10 - A | A

Terça-feira, 19 de Outubro de 2021, 16h:10 - A | A

EM AUDIÊNCIA

Chefe de gabinete de Emanuel pede prisão domiciliar

Jefferson Oliveira

Repórter | Estadão Mato Grosso

Antônio Moreal Neto, chefe de gabinete do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), teve a prisão decretada durante audiência de custódia no Fórum de Cuiabá na tarde desta terça-feira (19). O investigado será encaminhado para o Centro de Custódia da Capital (CCC). 

Os policiais foram até o apartamento de Antônio para prendê-lo nas primeiras horas desta terça-feira. O investigado foi encaminhado para uma unidade policial onde passou pela audiência que foi realizada pela juíza Renata do Carmo Evaristo Parreira da 9ª Vara Criminal da Capital.

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A magistrada questionou Antônio se ele sofreu algum abuso durante sua prisão e se as prerrogativas como conversar reservadamente com seu advogado foram respeitadas. O detido afirmou que teve todos os seus direitos preservados e que inclusive, conversou de forma reservada com seu advogado Francisco Faiad.

“Determino ao CCC que providencie um local adequado para o custodiado, uma vez que é advogado, devendo ser observada as prerrogativas do mesmo”, decidiu a juíza Renata do Carmo.

Faiad sustentou o pedido para a prisão domiciliar de Neto informando que o Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), tem três salas e que seria impossível seguir as determinações para que não tivessem contato com os demais acusados.

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Atrapalhou as investigações

O pedido de prisão temporária contra Antônio Neto, se deu por conta das investigações comprovarem que o chefe de gabinete do prefeito interferiu no trabalho do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que tentava ouvir servidores e acessar documentos nos órgãos públicos de Cuiabá que pretendia fiscalizar a denúncia recebida.

“Impedindo, assim, a realização das diligências na Secretaria de Saúde de Cuiabá e nas demais unidades de saúde, porquanto determinou eu os servidores públicos não prestassem informações, tampouco fornecessem documentos ao Ministério Público”, diz parte da decisão do desembargador Marcos Machado que pediu a prisão de Antônio.

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