O homem suspeito de sequestrar a própria namorada foi preso no estado do Rio de Janeiro após tentar ocultar a identidade com o uso de documento falso. Luan Aparecido Bezerra de Souza era apontado como mandante do espancamento da ex-companheira, ocorrido em Cuiabá, e já possuía um mandado de prisão em aberto contra ele.
A prisão de Luan ocorreu poucas horas após o crime, durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) a um veículo Toyota Corolla Cross com placas de Cuiabá, no estado do Rio de Janeiro. No carro estavam outros dois homens, uma mulher e três crianças.
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Durante a abordagem, um dos passageiros apresentou um documento em nome de “Lucas”, com fotografia antiga. No entanto, o nervosismo do suspeito levantou suspeitas, levando os agentes a realizarem uma verificação mais detalhada. Foi então constatado que se tratava de Luan, que utilizava o documento do irmão gêmeo para tentar despistar a polícia.
Após a confirmação da identidade e da existência de um mandado de prisão em aberto, ele foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia de Piraí (RJ). Os demais ocupantes do veículo também foram levados para prestar esclarecimentos.
De acordo com informações da policia militar , o crime aconteceu na tarde do dia 13 de abril, quando a vítima foi sequestrada na casa do pai por quatro homens, que a levaram à força em um veículo. Após o desaparecimento, equipes do 24º Batalhão da Polícia Militar iniciaram buscas na região.
Horas depois, familiares informaram que a mulher havia sido abandonada em uma área de chácaras. Ela foi localizada pelos policiais com diversos hematomas pelo corpo e relatou ter sido agredida durante todo o período em que esteve em poder dos criminosos.
A vítima foi socorrida e encaminhada à UPA do bairro Pascoal Ramos. Durante o atendimento, foi constatada fratura em uma das costelas, sendo necessária a transferência para o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde recebeu atendimento especializado.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, enquanto a mulher era atendida, o suspeito teria feito ligações com o objetivo de intimidar a vítima e seus familiares.
O suspeito foi algemado devido ao risco de fuga e ao número reduzido de policiais no momento da abordagem. O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Mato Grosso.











