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Polícia Sábado, 07 de Fevereiro de 2026, 15:12 - A | A

Sábado, 07 de Fevereiro de 2026, 15h:12 - A | A

CASO ODENIL

“Sentimento é de justiça feita”, diz tenente-coronel da PM após prisão de assassino

João Carlos

Estagiário | Estadão Mato Grosso

Maiara Max

Repórter | Estadão Mato Grosso

Daffiny Delgado

Repórter | Estadão Mato Grosso

O tenente-coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Adonival, afirmou neste sábado, 7 de fevereiro que a prisão e o recambiamento do acusado de assassinar o subtenente Odenil Alves Pedroso, morto em 2024, trazem à corporação o sentimento de que a justiça começa a ser feita.

Segundo o tenente-coronel, desde o crime, a Polícia Militar intensificou operações em Cuiabá, especialmente no 3º Batalhão, onde o militar servia. A unidade foi oficialmente batizada com o nome do subtenente Odenil Alves Pedroso como homenagem póstuma, reforçando a memória do policial e o compromisso da corporação com a investigação do crime.

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“Com certeza existe esse sentimento de justiça. A partir daquele crime ocorrido em 2024, nós iniciamos intensas operações aqui na nossa capital, que saíram do 3º Batalhão, onde o Odenil servia. Essa prisão demonstra que a Polícia Militar e o Estado de Mato Grosso não pararam um minuto sequer”, afirmou Adonival.

O tenente-coronel destacou que as ações seguem diretriz do governador Mauro Mendes e do secretário de Segurança Pública, Coronel César Augusto Roveri, ressaltando que o recambiamento do acusado simboliza o compromisso do Estado com a responsabilização dos envolvidos.

Adonival também mencionou o apoio prestado à família da vítima. Segundo ele, no dia da prisão, a Polícia Militar fez contato com Rafaela, esposa do subtenente Odenil, que manifestou gratidão pelo trabalho desenvolvido pelas forças de segurança.

“No dia da prisão nós fizemos questão de comunicar a esposa do subtenente Odenil, a senhora Rafaela, e ela demonstrou toda essa gratidão. Nós sempre estaremos ao lado da vítima”, disse.

Apesar do avanço nas investigações, o tenente-coronel ressaltou que a família ainda busca respostas sobre as circunstâncias do crime. “Agora, a família quer saber o que de fato motivou esse homicídio, se houve algum mandante ou se partiu exclusivamente da iniciativa desse criminoso”, completou.

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