A mãe de Júlia Vitória do Prado da Silva, de 20 anos, assassinada a golpes de faca pelo ex-companheiro em Tapurah, fez um desabafo comovente ao falar sobre a morte da filha. Marilice da Silva relatou a dor de enfrentar o luto e a ausência da jovem.
“O que eu vou ficar fazendo aqui na terra sabendo que nunca mais vou abraçar minha filha? Nunca mais vou beijar minha filha”, disse.
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“Meu coração era dividido em quatro pedaços. Agora tem três pedaços”.
Júlia Vitória foi morta na última sexta-feira, 10 de abril. Conforme a Polícia Civil, o principal suspeito do crime, um homem de 75 anos, confessou o assassinato.
Um segundo envolvido, de 66 anos, foi preso e é investigado por ajudar a ocultar o corpo da vítima. Ambos tiveram a prisão preventiva decretada.
Apesar do sofrimento, a mãe destacou que tenta se manter firme. Segundo ela, a fé tem sido essencial para suportar o momento, além da responsabilidade de cuidar da outra filha. “Eu tenho um Deus maravilhoso que me segura e me sustenta. E eu tenho a irmã da Júlia para cuidar. Então eu não posso me abalar”, declarou.











