O investigador da Polícia Civil, Manoel Batista da Silva, 52 anos, preso sob a acusação de estuprar uma detenta dentro da Delegacia de Sorriso (420 km de Cuiabá), ameaçou matar a filha da vítima, menor de idade, caso ela o denunciasse. A informação foi revelada pelo advogado da vítima, Walter Rapuano, em manifestação pública nas redes sociais.
Conforme o jurista, o crime aconteceu na madrugada entre os dias 09 e 10 de dezembro do ano passado. A vítima foi estuprada um total de quatro vezes no período de 12 horas, durante o plantão do suspeito na delegacia. O primeiro abuso teria ocorrido na noite do dia 9 e o último na madrugada do dia 10.
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Após o último ataque, ela afirmou que foi ameaçada por Manoel. O investigador teria dito que mataria a filha da detenta, menor de idade, caso ela o denunciasse.
Ao sair da prisão, no dia 12 de dezembro, ela procurou o Ministério Público do Estado, acompanhada do advogado de defesa, para fazer a denúncia.
Exames periciais foram realizados e o DNA do investigador foi encontrado no corpo da vítima, confirmando o estupro. Manoel foi preso preventivamente no último domingo, 1º de fevereiro, na casa dele.
O caso segue em investigação.








