Erinaldo de Souza dos Anjos foi encontrado morto na tarde de segunda-feira (16 de março), em uma área de mata no bairro Buriti, na região do Bento Porto, no município de Diamantino (208 km de Cuiabá). O corpo só foi localizado após uma denúncia anônima indicar o possível paradeiro da vítima, que estava desaparecida.
De acordo com o boletim de ocorrência, equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil foram até o local informado e encontraram o corpo enterrado em uma cova rasa. Após a perícia inicial, o corpo foi recolhido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames de necropsia.
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A descoberta deu início a uma série de diligências que apontaram para um possível cenário de violência anterior ao homicídio. As investigações indicam que Erinaldo pode ter sido levado a uma residência, onde teria sido agredido em uma espécie de “salve”, prática associada a punições violentas.
No local, foram encontrados pedaços de madeira quebrados, que podem ter sido utilizados durante as agressões. Além disso, uma árvore próxima apresentava fios amarrados, sugerindo que a vítima pode ter sido imobilizada.
De acordo com a linha investigativa, após a sessão de violência, a vítima teria sido levada para outro ponto, onde foi morta. Em seguida, o corpo foi transportado e enterrado na área de mata onde acabou sendo encontrado.
Até o momento, sete pessoas são apontadas como suspeitas de envolvimento no crime. Seis já foram presas pelas forças de segurança, enquanto uma segue foragida. Durante as buscas, a polícia encontrou indícios que podem ligar os suspeitos ao local da desova, como vestígios de terra e capim no interior de um veículo.
Outro elemento que reforça a investigação é a possível ligação entre pedaços de madeira encontrados em uma residência e os objetos recolhidos no local das agressões, que seriam compatíveis entre si. O corpo foi recolhido do local onde foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames de necrpsia.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que segue em diligências para esclarecer completamente a dinâmica do crime e localizar um suspeito que ainda não foi preso.








