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Polícia Segunda-feira, 09 de Fevereiro de 2026, 10:36 - A | A

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SEM REMORSO

Delegada: Investigador preso por estuprar detenta acreditava que DNA daria negativo

Daffiny Delgado

Repórter | Estadão Mato Grosso

Em entrevista ao Progama Domingo Espetacular, a delegada da Polícia Civil, Layssa Leal, revelou que o investigador Manoel Batista da Silva, de 52 anos, preso por estuprar uma detenta de 24 anos dentro de uma delegacia na Cidade de Sorriso (420 km de Cuiabá), negou o crime em depoimento por acreditar que o exame de DNA daria negativo.

Os estupros aconteceram entre a noite do dia 09 e a madrugada do dia 10 de dezembro do ano passado, quando a vítima foi conduzia para a delegacia, por meio de mandado de prisão temporário, após ter sido apontada como uma das pessoas supostamente envolvida num assassinado na cidade. As investigações apontaram, depois, que ela não estava envolvida no crime.

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Após a denúncia, feita no dia 12 de dezembro, o investigador foi interrogado. Ao ser questionado sobre o crime, ele negou as acusações. De acordo com a delegada, Manoel acreditou que por ter passado alguns dias do crime o exame genético não encontraria seu DNA no corpo da vítima.

"O fato aconteceu numa terça e o material coletado na vítima foi na sexta-feira, então ele achou que nesse lapso temporal não seria possível (o exame de DNA) constatar", declarou.

Ainda conforme a autoridade policial, Monoel confessou o crime apenas no dia que recebeu voz de prisão. Mas não teria apresentado remorços pelo que fez.

"Ele falou desculpa doutora por ter mentido pra senhora, de fato isso aconteceu".

Manoel foi preso no último domingo, 01 de fevereiro. Ele foi indiciado pelos crimes de estupro e abuso de autoridade. 

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