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Judiciário Quarta-feira, 01 de Abril de 2026, 13:28 - A | A

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DIA 14 DE ABRIL

Empresário acusado de matar ex-jogador de vôlei vai a júri popular em Cuiabá

Da Redação

Redação | Estadão Mato Grosso

O empresário Idirley Alves Pacheco, acusado de assassinar o ex-jogador de vôlei Everton Fagundes Pereira da Conceição, de 46 anos, será julgado pelo Tribunal do Júri no próximo dia 14 de abril, em Cuiabá.

A sessão de julgamento será realizada no Fórum da capital e presidida pela juíza Mônica Catarina Perri, titular da 1ª Vara Criminal.

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De acordo com as investigações conduzidas pela Polícia Civil, o crime ocorreu em julho de 2025 e teria sido premeditado. Conforme o delegado Rogério Gomes, a motivação estaria ligada a ciúmes, já que o empresário suspeitava que a vítima mantinha um relacionamento com sua ex-companheira, de quem estava separado há mais de seis meses.

No entanto, segundo a apuração policial, Everton não tinha envolvimento amoroso com a mulher. Ele apenas tentava ajudar a intermediar a relação entre o casal, inclusive após a ex-companheira do suspeito ter solicitado uma medida protetiva contra o empresário.

“Acreditando que estaria havendo algum tipo de relacionamento afetivo entre a sua ex-mulher e esse amigo, ele armou toda essa cilada, esse ato de violência contra ele”, afirmou o delegado.

A investigação aponta que, no dia do crime, Everton acreditava estar apenas prestando um favor ao acusado. Ele teria sido chamado para ajudar a levar uma caminhonete VW Amarok até um determinado local. Durante o trajeto, Idirley pediu que a vítima parasse o veículo, sob o pretexto de pegar um objeto no banco traseiro.

Nesse momento, segundo a Polícia, o empresário sacou uma arma de fogo e efetuou disparos contra Everton.

A vítima foi encontrada morta dentro da caminhonete, na Avenida República do Líbano, em Cuiabá. Ainda não há confirmação se o veículo colidiu antes ou depois dos tiros. Há indícios de que a batida possa ter ocorrido após os disparos, possivelmente quando Everton, já ferido, tentou fugir.

O caso agora será analisado pelo Tribunal do Júri, responsável por julgar crimes dolosos contra a vida.

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