A candidatura de Carlos Fávaro (PSD) ao Senado está na mira do Ministério Público Eleitoral (MPE) que investiga o uso ilegal de disparos em massa pelo aplicativo Whatsapp, a prática é criminosa. A conduta é vedada desde 2019, depois de uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a assessoria jurídica do candidato Pedro Taques (Solidariedade) decidiu entrar na ação movida pelo MPE e pelo o partido PSL depois de constatar que os robôs estão operando para divulgar uma pesquisa que favorece o senador o candidato do PSD.
Após diversas pessoas entrarem em contato com dirigentes da campanha de Taques relatando o recebimento da mesma mensagem que favorece Fávaro o jurídico entendeu que o candidato segue fazendo a distribuição ilegal e exige informações do aplicativo.
A mensagem mostra a pesquisa da RealTime/Bigdata, divulgada pela rede de TV CNN Brasil, que mostra empate técnico entre três candidatos, com vantagem numérica a Carlos Fávaro. A arte é a mesma usada nos posts do candidato para anunciar os dados do levantamento e massivamente compartilhada por seus apoiadores nas redes sociais.
“Dessa forma, considerando a tramitação adiantada deste processo, a fim de privilegiar o princípio da celeridade, bem como o princípio da economia processual (evitando a distribuição de outro processo idêntico), o candidato Pedro Taques requer seja admitido como assistente simples para auxiliar a parte principal (Partido Social Liberar - PSL) a fim de exercer os mesmos poderes e sujeitar-se ao mesmo ônus processual”, pediu a banca de advogados do ex-governador.
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