Um episódio inédito de trairagem ocorreu no Legislativo cuiabano agitou a Câmara Municipal após o vazamento de áudios de um grupo de WhatsApp que reúne os 27 vereadores da Capital. A exposição das conversas provocou irritação entre parlamentares e levou alguns deles a deixarem o grupo.
Segundo apurou a reportagem, vereadores querem identificar quem foi o “cagueta” responsável por repassar o conteúdo e já falam, nos bastidores, em possíveis retaliações contra o autor do vazamento.
- FIQUE ATUALIZADO: Siga nossas redes sociais e receba informações em tempo real (WhatsApp, Telegram e Instagram)
As mensagens vieram a público após divulgação do site VG Notícias e incluem cinco áudios atribuídos aos vereadores Jefferson Siqueira (PSD) e Demilson Nogueira (PP).
O estopim da crise foi a repercussão de um bate-boca envolvendo a presidente da Casa, Paula Calil (PL), e a vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade).
Além do mal-estar interno, o episódio expôs o nível de tensão entre parte do Parlamento cuiabano e a imprensa local, já que, nas conversas, teriam surgido manifestações de incômodo com a repercussão do caso.
Nos corredores da Câmara, o clima é de desconfiança. Parlamentares ouvidos pela reportagem afirmam que a prioridade agora é descobrir quem vazou o material que deveria permanecer restrito ao grupo privado.













